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Trauma e Memória: uma leitura freudiana do caso Emma
Em 1895, Sigmund Freud dedicava-se à elaboração de um manuscrito que chamou de Psicologia para neurologistas, posteriormente conhecido como Projeto para uma psicologia científica. Escrito em meio à intensa correspondência com Wilhelm Fliess, médico e interlocutor próximo de Freud naquele período, o texto expressa seu esforço de construir um modelo de funcionamento do aparelho psíquico a partir de pressupostos da neurologia e da fisiologia. É nesse manuscrito que Freud apres
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há 18 horas6 min de leitura


A Perda e a Elaboração: Notas Sobre o Trabalho de Luto
O luto não se resolve simplesmente com a passagem do tempo. Esse gesto não basta. Se assim fosse, os consultórios de psicanálise poderiam ser facilmente substituídos pelo transicionar das estações. Mas o que vemos no ir e vir dos pacientes e, principalmente, na observação dos casos clínicos, é um afeto que permanece, muitas vezes acumulando tristeza e produzindo outros sofrimentos e sintomas, quando aquilo que não encontra palavras insiste em ficar. Se o tempo, por si só, não
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24 de set.5 min de leitura


Desamparo e Angústia: leitura psicanalítica do Caso Angélica
Nós chegamos ao mundo sob a tutela do desamparo. Esse, aliás, é um tema bem trabalhado na psicanálise. Acontece que o desamparo não se apresenta isoladamente: a ele está ligado o componente da angústia. Já tratamos aqui no Blog, em outros textos, dessa temática. Destacamos recentemente o centenário do texto freudiano Inibição, Sintoma e Angústia (1926) e explicamos em detalhes a definição do “afeto que não mente”. O Conceito É importante ressaltar que a angústia é, entre os a
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17 de set.4 min de leitura
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