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O Cenário da Psicanálise Brasileira em 2025:Ética, IA e Clínica
Ao observarmos os debates deste ano, vemos que eles gravitaram em torno de uma tensão produtiva: de um lado, a insistência ética nos fundamentos que definem a psicanálise desde Freud; de outro, a urgência de se posicionar diante do impacto da tecnociência, da transformação dos laços sociais e do agravamento dos sofrimentos contemporâneos.
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12 de dez. de 20256 min de leitura


O Trabalho da Psicanálise no Tempo: O Que Construímos no ESPECast!
Todo verão é decretada a morte da psicanálise. E há algo curioso nesse gesto: a tentativa de anunciar o fim de um saber que, desde seu surgimento, não cessa de provocar estranhamento e resistência. Em 2026, completaremos 126 anos de seu marco inaugural. É certo que sua morte será novamente anunciada, ao mesmo tempo, em que sua presença retorna à cena, persistindo. Esse movimento cíclico, aliás, não deixa de simbolizar um dos principais operadores clínicos mapeados por Sigmun
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5 de dez. de 20254 min de leitura


O que Freud recomenda aos psicanalistas?
Para responder a essa pergunta, é preciso reconhecer o caráter excêntrico da prática psicanalítica, algo que se destaca na leitura de Sigmund Freud, ainda hoje. Ele sempre fez questão de deixar isso claro. Aliás, fazer questão é da natureza da psicanálise . Essa característica desloca, de certo modo, o eu do centro da cena analítica para suas bordas. Em que sentido? No de sustentar um conjunto de ações voltadas à tentativa permanente de se reconhecer pelas lentes de um idea
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21 de nov. de 20256 min de leitura


Direção de Tratamento das Psicoses: O Lugar do Analista e as Formas de Estabilização
As psicoses ocupam, desde Freud, um lugar fundamental na construção da clínica psicanalítica. Pensar a direção do tratamento nessa estrutura implica interrogar a própria função do analista, especialmente diante de um sujeito cuja relação com o simbólico e com o Outro não se organiza da mesma maneira que na neurose.
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7 de nov. de 20256 min de leitura


Do Schreck ao Unheimliche: uma leitura psicanalítica do susto no cinema
O campo dos afetos ocupa um lugar central na psicanálise freudiana, e isso nos permite estabelecer uma correlação entre a psicanálise e o cinema — entendido, assim como a literatura ou a pintura, como um modo de arte capaz de dar forma ao inconsciente. O cinema, por produzir efeitos sensoriais e emocionais, torna-se um espaço privilegiado para observar os fenômenos psíquicos que atravessam a experiência humana.
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31 de out. de 20254 min de leitura


Françoise Dolto: vida, obra e contribuição à psicanálise
Se você tem acompanhado nossa série de artigos sobre as mulheres na psicanálise, já deve ter percebido que nem todas receberam o mesmo reconhecimento. Nomes como Sabina Spielrein e Margarete Hilferding, que produziram contribuições fundamentais, tiveram sua trajetória silenciada ou apagada das narrativas oficiais.
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24 de out. de 20257 min de leitura


Corpo, Sintoma e o Câncer na Escuta do Analista
Antes de qualquer coisa, é preciso lembrar que Sigmund Freud, pai da psicanálise, conviveu com o câncer durante dezesseis anos. O diagnóstico de um tumor maligno no palato veio em 1923 — mesmo ano da publicação de O Eu e o Isso — e o acompanhou até sua morte, em 1939.
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17 de out. de 20256 min de leitura


Manejo Clínico com Crianças: O Amor como Questão Fundante
Pensar o manejo clínico na psicanálise com crianças passa, inevitavelmente, por um elemento central do tratamento analítico: a transferência.
E se, como nos ensina Freud, a transferência pode assumir a forma de uma relação amorosa — o chamado amor de transferência —, surge então a pergunta: como amam as crianças?
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10 de out. de 20256 min de leitura


Como a psicanálise vê a questão do burnout?
Com as exigências do mercado de trabalho e a sociedade capitalista que demanda cada vez mais perfeição, agilidade fora do normal e proatividade do sujeito no que ele exerce, vemos um aumento significativo de pessoas com burnout. O que seria esse novo sintoma? Como a psicanálise pode trabalhar nesses casos?
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3 de out. de 20253 min de leitura


O fio da Angústia: O Afeto que não mente
A angústia é, entre os afetos, a mais enigmática, pois interrompe a fala do sujeito, impedindo-o de expressar o que sente sobre si mesmo. Ao mesmo tempo, é um dos elementos mais reais em um percurso de análise, sinalizando o surgimento de uma verdade que ainda está encoberta.
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26 de set. de 20257 min de leitura
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